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Arquivado por: abril, 2011

Plantas ricas em taninos e outros compostos bioativos

Escrito por silvana. Postado em Cena na mídia

01 abr 2011 – II Fórum sobre plantas ricas em taninos e outros compostos bioativos

para controle de helmintos em ruminantes

 

Nos dias 11 e 12 de agosto de 2011 acontecerá o “II Fórum sobre Plantas ricas em taninos e outros bioativos para controle de helmintos em ruminantes”, no Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena – USP), localizado em Piracicaba, no interior de São Paulo. O fórum é organizado por pesquisadores da área que buscam agregar profissionais e desenvolver novas perspectivas sobre o assunto.

Os interessados em participar do evento devem efetuar o pagamento da taxa da inscrição e preencher a ficha, enviando ambos os documentos para o fax (019)3429-4228, da Secretaria do Laboratório de Nutrição Animal do Cena/USP. Após efetuar a inscrição, o interessado receberá uma lista de hotéis sugeridos para as possíveis reservas. O preço das inscrições variam para estudantes, sócios e não sócios do Colégio Brasileiro de Parasitologia Veterinária (CBPV). Os estudantes sócios pagam R$60,00, os não sócios R$80,00. Para os sócios do CBPV a taxa é de R$80,00 e para os não sócios o custo é de R$110,00. Para os interessados em apresentar trabalhos, o prazo de envio é até 30 de junho e os resumos deverão ser encaminhados para o email louvandini@cena.usp.br. É necessário redigir o texto segundo as normas disponibilizadas pela coordenação do evento. Os horários e a forma de apresentação serão divulgados pela Comissão Organizadora antes do início do evento. O fórum terá início na quinta feira, dia 11 de agosto, às 9h. Às 9h30min acontecerá a primeira conferência, “Retrospectiva das ações desde o último fórum”, ministrada pela representante da Embrapa Pecuária Sudeste, Ana Carolina de Sousa Chagas. Às 10h30min, Luciana Morita Katiki, do Instituto de Zootecnia (IZ) Nova Odessa, irá abordar o tema “Uso de óleos essenciais no controle dos helmintos”. E às 11h15min o assunto será o “Uso da toxina Bacillus thurnigiensis no controle dos helmintos”, tratado por Felipe Ramos, da Universidade de Brasília (UnB) Haverá mais duas conferências ao longo do dia, uma às 14h sobre “Metabólitos secundários das plantas medicinais para o controle de parasitas gastrintestinais”, coordenada por Jorge Ferreira, da Appalachian Farming Systems Research Center (ARS/USDA). E a última, às 16h, sobre “Prespectivas futuras no controle estratégico de helmintos em ruminantes”, com Hervé Hoste, do Instituto Nacional de Reforma Agrária (INRA). O segundo dia de fórum é dedicado às apresentações dos resumos inscritos no evento. As apresentações acontecerão às 8h, 10h30min e às 14h. Às 16h haverá uma discussão final dos trabalhos expostos e uma orientação para pesquisas futuras.

Para mais informações entrar em contato com o coordenador, professor Dr. Helder Louvandini, docente responsável pelo Cena, através do e-mail louvandini@cena.usp.br. 
Fonte: Escola de Veterinária – UFMG – www.vet.ufmg.br

Pesquisadora do IZ ministrará palestra no II Fórum sobre plantas ricas em Taninos e outros compostos

Escrito por silvana. Postado em Cena na mídia

Pesquisadora do IZ ministrará palestra no II Fórum sobre plantas ricas em taninos e outros compostos bioativos para controle de helmintos em ruminantes (11 e 12 de agosto)
 
Pesquisadora do Instituto de Zootecnia, Luciana Morita Katiki ministrará palestra no “II Fórum sobre plantas ricas em taninos e outros compostos bioativos para controle de helmintos em ruminantes”.
O II Fórum acontecerá nos dias 11 e 12 de agosto de 2011, no Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena-ESALQUSP), localizado em Piracicaba, no interior de São Paulo. O fórum é organizado por pesquisadores da área e tem como objetivo agregar profissionais e desenvolver novas perspectivas sobre o assunto.
Para a pesquisadora Katiki, é muito importante a apresentação de palestra sobre trabalhos realizados pelo IZ neste Fórum, demonstrando que a pesquisa realizada por profissionais do Instituto está altamente qualificada.
Os helmintos de pequenos ruminantes são responsáveis por perdas econômicas significantes na ovinocultura. Devido à presença de resistência dos parasitas aos anti-helmínticos, pesquisadores unem esforços para o desenvolvimento de métodos alternativos ao uso de medicamentos. Este tem sido o foco de pesquisa da pesquisadora do IZ, que vem trabalhando novas tecnologias de produção e sustentabilidade, com o uso de produtos naturais que não agridam o meio ambiente, o animal e o alimento que servirá ao ser humano. Katiki apresentará palestra sobre “Uso de óleos essenciais no controle dos helmintos”, assunto de sua tese de doutorado”. Haverá a presença internacional dos pesquisadores Dr. Jorge Ferreira (USDA – EUA), que abordará o tema “Metabólitos secundários das plantas medicinais para o controle de parasitas gastrintestinais” e do pesquisador Hervé Hoste (INRA–França), que abordará o tema “Perspectivas futuras no controle estratégico de helmintos em ruminantes” A pesquisadora Ana Carolina Chagas (Embrapa- CPPSE) abrirá o Fórum com a palestra “Retrospectiva das ações desde o último fórum e também, o pesquisador Felipe Ramos (UNB) ministrará palesta entitulada “Uso da toxina Bacillus thurnigiensis no controle dos helmintos”. O segundo dia do fórum será destinado às apresentações dos resumos e discussões sobre perspectivas de pesquisas futuras. Dra Katiki é médica veterinária, Mestre e Doutora formada pela UNESP-Botucatu e experiência na Virginia Tech e USDAEUA, na área de extratos derivados de plantas no controle parasitário. Atua na área de sanidade animal, ovinocultura, parasitologia, métodos “in vitro” e “in vivo” para determinação de atividade anti-helmíntica de compostos com potencial antiparasitário. Organização do evento: Universidade de São Paulo/USP; Colégio Brasileiro de Parasitologia Veterinária; Informação Genético Sanitária da Pecuária Brasileira. Telefone: (019) 3429-4228  -  e-mail: louvandini@cena.usp.br   Serviços: II Fórum sobre plantas ricas em taninos e outros compostos bioativos para controle de helmintos em ruminantes Fonte:  Instituto de Zootecnia  -  www.iz.sp.gov.br Folder: http://www.cbpv.com.br/destaques/ii_forum_ruminantes.html

Método alternativo usa vinhaça para degradar

Escrito por silvana. Postado em Cena na mídia

O laboratório de Ecologia Aplicada do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena), da USP em Piracicaba, estuda a produção de enzimas na vinhaça para clarear efluentes provenientes da indústria têxtil A degradação de produtos químicos que poluem a água por intermédio do metabolismo de organismos vivos já é uma tecnologia conhecida. O estudo do Cena testa a utilização da vinhaça, resíduo da produção de álcool de cana-de-açúcar. O processo é baseado no método de reciclagem de materiais orgânicos contidos na vinhaça, os quais são transformados em enzimas e biomassa (testada para produção de ração animal). As enzimas, produzidas pelos fungos crescidos no restilo, agem de forma a eliminar diversas substâncias poluentes contidas nos efluentes têxteis. As enzimas são um tipo especial de proteína que aceleram as reações químicas. Além de serem encontradas em todos os organismos vivos, são totalmente biodegradáveis, o que confere ao seu uso uma produção segura e ambientalmente correta. “As enzimas podem substituir muitos produtos nocivos ou perigosos, uma vez que são decorrentes de uma tecnologia limpa”, afirma o engenheiro ambiental e mestrando Gleison de Souza, bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). A pesquisa no Cena utiliza a vinhaça, subproduto resultante da produção de álcool de cana-de-açúcar, para produzir enzimas que estão sendo aplicadas na degradação do corante índigo (o mais utilizado na indústria têxtil). Outra vantagem é que esse procedimento resulta no clareamento e na diminuição do odor do restilo. Tratamento “Nosso principal objetivo é um tratamento alternativo para a vinhaça, tornando-a água de reuso”, informa a professora Regina Teresa Rosim Monteiro, orientadora do estudo. Entretanto, o projeto de pesquisa possui uma segunda vertente. “Essa vinhaça transformada é rica em enzimas que podem ser aproveitadas para a pronta degradação de efluentes da indústria têxtil”, acrescenta. As pesquisas são promissoras e vêm mostrando que a matéria-prima extraída da vinhaça pelo desenvolvimento de fungos, quando combinada com resíduos têxteis, é capaz de descolorir e retirar as substâncias tóxicas desse tipo de efluente. “A eficiência dessas enzimas foi testada na descoloração e degradação do índigo com resultados promissores”, enfatiza Regina ao lembrar que esse corante, apesar de ser muito utilizado pela indústria têxtil, é difícil de ser tratado, estando presente em efluentes e lodo. Segundo a professora, sistemas de tratamento de efluentes mal desenvolvidos, que não diminuem os excessos de resíduos, trazem sérios riscos à saúde humana e ao ambiente. “No laboratório de Ecologia Aplicada do Cena, trabalhamos em busca de processo de degradação da matéria orgânica, como a despoluição da água, por meio de processos biológicos”. Há um ano em experiência, o desenvolvimento dessa pesquisa atestou a eficiência dos fungos como degradadores de compostos poluentes para tratamento de resíduos químicos. “Na presença de efluentes têxteis, as linhagens dos fungos Pleurotus mostraram-se capazes de descolorir e destoxicar. Uma vez dominada essa técnica, as enzimas podem substituir muitos produtos químicos nocivos ou perigosos, permitindo uma produção segura e ambientalmente correta, decorrente de uma ‘tecnologia limpa’”, conclui a professora. Fonte:  Guias Web  -  www.guiasweb.com.br

Cientistas projetam laranja sem semente

Escrito por silvana. Postado em Cena na mídia

CAMPINAS (Folhapress) – Uma técnica de uso de radiação para a produção de laranjas sem sementes está em desenvolvimento por pesquisadores do interior de São Paulo. No método, os cientistas colocam as sementes destinadas ao plantio em um equipamento em que o material é submetido à radiação. Esse material modificado gera frutas sem semente. A laranja sem sementes, desenvolvida no Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA), órgão da Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba, deve chegar ao mercado em dois anos. “Já temos pomares experimentais e em breve faremos distribuição em pequena escala, para só depois expandir comercialmente’’, afirma o pesquisador Rodrigo Latado. Para o presidente da Associação Brasileira de Citricultores (Associtrus ), Flavio Viegas, que não participa dos experimentos, o produto desperta interesse. “O consumidor é bastante exigente. Se a laranja-pera não tiver semente, será uma revolução nesse mercado, e acredito que tenha chances de consolidação’’, diz. Fonte:  Folha de Pernambuco Digital  -  www.folhape.com.br